sábado, 1 de outubro de 2016

 SÍNDROME DE BERNOUT!




"Apesar de triste, o cartum acima retrata uma realidade enfrentada por diversos professores que ao ter o desgaste físico e mental devido às pressões do cotidiano escolar, entram em licenças eternas ou são readaptados nas escolas devido ao medo de lecionar em um ambiente que deveria ser educativo, mas que nem sempre é, de maneira que muitos acabam recorrendo à exoneração".

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GRUPO: Maria Claudia Schuenck Silva Storch            Matrícula: 14112080081
              Sheila Conceição da Silva                               Matrícula: 14112080093
              Tatiana Gomes Cordeiro                                  Matrícula: 14112080083

ASSÉDIO MORAL NAS ESCOLAS: VIOLÊNCIA INVISÍVEL E COM EFEITOS DEVASTADORES



Esta semana, nas poucas vezes que liguei a televisão, eu me deparei, em duas delas, com reportagens falando sobre os perigos de ser professor. Sei de casos de colegas que passaram por situações complicadas envolvendo violência física nas escolas. Geralmente os autores eram alunos e, inclusive, pais de alunos. Há casos em que a violência é outra, é moral. São esses os que mais se repetem, os que são diários, envolvendo tanto direção e colegas quanto pais e alunos.

O assédio moral faz parte, infelizmente, de muitos ambientes de trabalho. Mas na escola, ele tem sido vivenciado com uma frequência cada vez maior. Este ano, eu mesmo vivi situações constrangedoras (no plural mesmo), umas fruto “mal entendido”, outras simplesmente inexplicáveis.

Acho que essa é a pior situação que um trabalhador ou trabalhadora pode enfrentar no seu dia a dia. Não somos perfeitos, fazemos o que podemos, muitas vezes erramos, mas todos temos o nosso valor.

Parece-me que atualmente está se multiplicando a cultura de “desqualificação” do profissional do ensino. Se o aluno não vai bem (e isso pode acontecer), a culpa é do professor. Outros fatores não são levados em consideração, não se procura avaliar seriamente as causas do fracasso (não gosto dessa palavra, mas não achei outra para usar), não se procura o diálogo.

O profissional do ensino é muito cobrado, por si mesmo, pelos alunos, pelos pais do alunos e pela direção. Mas existe uma diferença entre cobrar e assediar. O assédio é uma violência, pois não se baseia, na maioria das vezes, em dados reais, mas na necessidade de agredir, por meio de palavras e ações, um profissional no exercício do seu trabalho ou mesmo sua competência para o mesmo.

O assédio, por exemplo, de alunos com relação ao professor tem até uma classificação, denomina-se assédio ascendente. São características dele: desrespeito, sarcasmo, falta de atenção intencional, provocações, perturbações da ordem na sala de aula e no ambiente escolar em geral, abuso em função do poder econômico com ameaças à integridade física[1], etc.

Encontrei outros exemplos de assédio moral nas escolas em textos que pesquisei na internet. E são muitos, para meu espanto. Muitos textos, reportagens, artigos, enfim, pesquisas que versam sobre o tema. Seguem alguns:

“São exemplos deste tipo a atitude omissiva em relação a eventuais agressões realizadas por pais ou pelos próprios alunos; reiteradas críticas infundadas e vexatórias sobre a conduta do professor ou sobre o desenvolvimento de seu trabalho perante os demais colegas ou perante pais e alunos; determinação da realização de trabalho nos períodos de recesso escolar ou em dias de descanso, sob pena de aplicação de sanções; determinação constante de realização de outras tarefas não vinculadas à função do professor (limpeza das salas, arrumação do colégio); pressão para aprovação de alunos; gradual diminuição da autonomia do professor; ameaça constante de redução e/ou da supressão da carga horária”

Cortez e Xavier Advogados Associados (AJS)
 [2]


“O assédio moral se caracteriza por atos e comportamentos agressivos que visam, sobretudo, à desqualificação, à desmoralização profissional e desestabilização emocional e moral dos assediados, tornando o ambiente de trabalho ou o local de convivência completamente desagradável, insuportável e hostil. Tal situação ocasiona, em muitos casos, até um pedido de demissão por parte do empregado, que acaba se sentindo aprisionado a uma situação desesperadora, e que muitas vezes lhe desencadeia problemas de saúde e traumas sérios.

Os casos mais comuns de assédio moral de que os educadores padecem nas escolas são:

- Serem desrespeitados, sofrerem ameaças físicas e violência verbal por parte dos alunos.
- Serem tratados como simples empregados, prestadores de serviços e não como educadores por pais e alunos.
- Serem vítimas de Bullying cibernético com situações de constrangimento em site de relacionamento e mídia eletrônica” [3].

O resultado acaba se refletindo no próprio rendimento do profissional e na sua saúde. Muitos acabam adoecendo, perdendo sua autoestima e abandonando a carreira profissional. Atitudes desrespeitosas de alunos em sala de aula são o que mais sofrem os professores e professoras. Encontrei o depoimento de um professor que me pareceu bom para exemplificar o que acontece com milhares de professores todos os dias.

“Um dia destes, a bagunça era tanta ao fundo que deixei de cortar o “T” enquanto passava um resumo de um texto para explicar. A pressão e a bagunça vinda do fundo eram intimidadores, quando ouvi um desses desalmados a meia voz gritar: “Burro!” Foi o suficiente naquele dia para acabar com meu estímulo[4]”.

Muitos professores que sofrem com essas atitudes acabam adoecendo e tendo sua saúde e qualidade de vida comprometida, sua autoestima deteriorada e sua carreira profissional comprometida e em muitos casos interrompida. O estresse e a depressão são as principais doenças que atingem o professores vítimas dessas ações.

Algumas das doenças mais comuns são o estresse a e a depressão. No Rio de Janeiro, por exemplo, os sindicatos iniciaram uma campanha para combater os distúrbios da voz nos professores. Descobriu-se, então, que, em vários dos casos diagnosticados, os problemas eram de cunho emocional
.[5]

O que pouca gente parece saber, ou se importar, é com a fato de que o assédio é ilegal e as vítimas podem procurar seu sindicato e denunciar. Existem, também, formas de punição legal, cabendo processo indenizatório contra o agressor. Existem leis estaduais que criminalizam essa prática.

Os especialistas aconselham que a vítima, sempre que possível, documente o assédio. Ofensas feitas pela internet, por exemplo, podem ser copiadas e impressas. Ofensas feitas por alunos em sala de aula devem ser registradas e denunciadas, assim como comportamento ofensivo e vexatório por parte de colegas e superiores.

Muitas vezes, não passa de um mal entendido, gerado por fofocas ou pela má interpretação de algumas situações. Nesses casos, o problema pode ser resolvida através de uma conversa (mas sempre tenha uma testemunha de sua confiança por perto). Mas caso não resolva, denuncie. Seu direito à dignidade vem acima de tudo.

Clique aqui e leia um folheto publicado pela UNEB com orientações básicas de como agir em caso de assédio moral.



[1] PEREIRA, Lídia Gallindo. Assédio moral nas instituições de ensino

[2] Assédio Moral, saúde do professor. Disponível em: http://zip.net/bdqgmw, acesso em: 23 de nov. de 2014.

[3] Assédio Moral nas escolas privadas: “Todos podemos ser vítimas!” disponível em:http://www.sinprocampinas.org.br/index.php/saude-do-professor/item/25032-saude-do-professor, acesso em: 23 de nov. de 2014.

[4] MUHAMMED, Olinuap Onabra. PROFESSOR: Profissão Perigo. Disponível em:http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2828235, , acesso em: 23 de nov. de 2014.

[5] COSTA, Raquel. Professor, profissão perigo. Disponível em: 

http://www.istoe.com.br/reportagens/198947_PROFESSOR+PROFISSAO+PERIGO, acesso em: 23 de nov. de 2014.

 


                                             Desafios à atuação do Pedagogo na escola.



“A violência no entorno da escola chegou a um ponto tão alarmante que ultrapassou os portões e invadiu o ambiente escolar”, diz a socióloga Miriam Abramovay, coordenadora do estudo da Unesco. “Pudemos comprovar também que não passa de mito a ideia de que apenas os estabelecimentos de ensino público convivem com tráfico de drogas, armas e gangues. A situação é bem parecida no ensino privado.”
Os pesquisadores da Unesco consideram como violência na escola agressões, roubos e assaltos, estupros, depredações, armas e discriminação racial. Em décadas passadas, a violência dentro das instituições de ensino era vista como decorrência da rebeldia natural da adolescência. Os primeiros estudos sobre o assunto datam de 1950 e estão repletos de relatos de depredações e respostas malcriadas de alunos indisciplinados. O que antes era rebeldia hoje é crime de verdade. Nunca foi tão fácil o acesso a drogas e armas. Nem sequer é preciso procurar drogas fora da escola, pois muitos estudantes são também traficantes. “Temos alunos na cidade que se matriculam apenas para traficar”.
GRUPO: Maria Claudia Schuenck Silva Storch         matrícula: 14112080081
                Sheila conceição da Silva                             matrícula:14112080093
                Tatiana Gomes Cordeiro                             matrícula:14112080083
REFEÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=0ahUKEwiApLjit7rPAhVLDJAKHS9FDD4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.sosvoz.com.br%2Fviolencia-na-escola-brasileira-o-problema-pode-estar-dentro-de-casa%2F&psig=AFQjCNFe2E_fWWwOo-qjvXoVSophBSzMGQ&ust=1475439796856216

Motivação para prosseguir

São Muitos os desafios enfrentados pelo pedagogo, porém, a certeza que cada dia é um novo recomeço motiva-nos a seguir em frente!

Por: Sônia Maria Rodrigues/ Natália dos Santos
       Mayra Souza

Síndrome de burnout afeta quem lida diretamente com público

Uma doença moderna é cada vez mais comum no Brasil e no mundo. É a síndrome de burnout, que, em tradução livre, quer dizer esgotamento profissional depois de muito estresse no trabalho, especialmente de quem lida diretamente com o público.




Na sala de aula, professores à beira de um ataque de nervos. Na emergência superlotada, pacientes insatisfeitos e enfermeiros com medo de agressões.
Quando o trabalho de quem lida com o público vira sofrimento, motivo de desânimo e estresse, o profissional adoece. É cada vez maior o número de pessoas que sofrem da síndrome de burnout, uma doença do trabalho que já se tornou um problema de saúde pública.
As categorias mais atingidas são os professores, médicos e enfermeiros. Dentro da área de saúde, citam-se ainda dentistas e, em outras áreas, encontramos relatos em relação a policiais e jornalistas”, diz o pesquisador Waldemir Borba.
A síndrome de burnout está associada a alguns fatores: condições de trabalho, altos índices de violência, acúmulo de empregos e pressão do público.
A doença, na maioria das vezes, não é identificada pelo profissional. Ele não consegue enxergar no trabalho a origem do esgotamento físico e mental e, muito menos, reconhece que está doente e que precisa de ajuda.
A partir do momento que a gente identifica que não é um estresse comum, que é algo a mais, a gente começa a parar pra pensar um pouquinho na gente”, diz Cleoneide Gerônimo, professora.
Dezesseis anos de profissão, três empregos ao mesmo tempo. Uma enfermeira adoeceu e faz tratamento psicológico pra se livrar dos sintomas. “Emocionalmente, tristeza profunda e angústia, e, fisicamente, dores, no corpo todo”, diz a profissional, que não quis se identificar.
Jaqueline Brito, pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), entrevistou 265 professores e descobriu que 55% deles estavam com alto nível de exaustão emocional por causa do trabalho. “Trabalhar com gente adoece, e não é pouco. E não é o adoecer físico. É o adoecer mental”, diz Jaqueline.


Fonte: 

Componentes do trio:

Carina Moreira/matr: 14112080105  Eliene Costa Olival/ matr: 1412080104
Sandra Helena Ferreira/matr: 14112080115




Desafios à atuação do Pedagogo na escola:


Síndrome de Burnout


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Fonte:
http://www.adua.org.br/artigos.php?cod=111 Acesso em: 01/10/2016 14:30h



Violência escolar (Bullying)




Fonte:
https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=fotos+bullings+na+escola. Acesso  em:  01/10/2016, às 14;27 h.
Exemplo de bullying indireto na imagem acima.

Bullying - tipo de violência escolar cujas causas englobam fatores econômicos, sociais, culturais. Se aproxima do conceito de preconceito. Nós, pedagogos, precisamos compreender as práticas de violência nas escolas por meio da análise social.


Assédio moral:


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Fonte:
 http://eusabiaetusabias.blogspot.com.br/2012/12/assedio-moral-na-escola_4.html Acesso em; 01/10/2016, às 14:34 h.

Componentes do trio:

Carina Moreira  / matrícula: 14112080105

Eliene Costa Olival / matrícula: 14112080104

Sandra Helena Ferreira / matrícula 14112080115


Um novo olhar para Pedagogia



 Esse vídeo é  um exemplo  do que a pedagogia representava.
 O que antes era normal hoje é uma maneira de se pensar na atuação do PEDAGOGO dentro e fora da escola. Vamos pensar numa nova Pedagogia e em um novo olhar para atuação do Pedagogo?

Pólo: Nova Friburgo

Nome 1: Maria Claudia Schuenck Silva Storch        Matr: 14112080081
Nome 2: Sheila Conceição da Silva                           Matr: 14112080093
Nome 3: Tatiana Gomes Cordeiro                               Matr: 14112080083