quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Refletindo mais.........

O texto de GRINSPUN (2006)  "A Orientação Educacional no Brasil. Conflito de Paradigmas e Alternativas para a escola" , já estudado por nós, também nos faz refletir sobre os desafios à atuação do Pedagogo (a) na Educação. É imprescindível trazer as necessidades da escola relacionadas com o conhecimento formal, considerar os sujeitos nas dimensões afetivas, sociais, culturais etc. O trabalho da orientação educacional envolve estes desafios.
O Bullying, a Síndrome de Burnout e o Assédio moral são problemas que serão minimizados com ênfase numa gestão que prime pelas relações interpessoais, que priorize o trabalho coletivo e não a competitividade.

Família, escola, comunidade, sociedade, poder público deverão estar engajados diante estes desafios.


Resultado de imagem para imagem de escola unida
http://www.icguedes.pro.br/para-que-serve-a-escola/ Acesso em: 13/10/2016 00:47h
Carina Moreira/matr: 14112080105; Eliene Costa Olival/matr: 14112080104 e Sandra Helena Ferreira/ matr: 14112080115

Pesquisa com base na entrevista sobre desafios á atuação do Pedagogo na escola!



TIPO DE INSTITUIÇÃO QUE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA ESCOLA
FUNÇÃO EXERCIDA: PROFESSOR 1
NOME: DIRCE SANCHES
ANOS DE ATUAÇÃO: 20 ANOS


QUAL É O SEU MAIOR DESAFIO NA EFETIVAÇÃO DA ESCOLARIDADE DE SEUS ALUNOS?
RESP.: Acredito que o meu maior desafio é o buscar entender as particularidades de cada um; isto é através de observações individuais e coletivas que me permitem a entender as dificuldades que me auxiliam na hora da construção de planejamento e explicações diversificadas e também significativas.

RELATE UMA EXPERIÊNCIA DE AÇÃO DESENVOLVIDA POR VOCÊ E TAMBÉM POR SUA EQUIPE:
RESP.: Há mais ou menos uns 4 ou 5 anos atrás eu estava dando aula para uma turma cujo a maioria dos alunos demonstravam bastante dificuldade e as notas encontravam-se muito baixas;logo percebi que era necessário um reforço com boa parte da turma;eu dava aula na parte da manhã, então perguntei para a diretora se haveria condições de disponibilizar uma sala no período da tarde para dar o reforço necessário para os alunos; a diretora concordou e as aulas foram dadas,e nessa turma devido as notas estarem baixas, muitos poderiam ficar reprovados,e com a aula de reforço houve uma melhora significativa quanto as notas e por consequência o aprendizado dos alunos, e ao final todos foram aprovados.

QUANTO Á GESTÃO DEMOCRÁTICA COM UM CAMINHOS NECESSÁRIO A MEDIÇÃO DOS CONFLITOS DESTAQUE ALGUNS FATOS E NOS FORNEÇA SEUS EXEMPLOS DE SOLUÇÕES BUSCADAS:  
RESP.: Trabalhei em uma escola cuja violência entre alunos eram constantes e inicialmente as brigas entre estes começavam por questões de rotulações com isto houve necessidade de uma reunião cujo todos os professores participaram, esta reunião envolvia a busca de soluções para tal problema que já estava bem evidente, nesta reunião houve a concordância que durante um período o tema gerador das disciplinas envolveria questões de valores humanos, como por exemplo, educação,violência entre outras coisas.

Ficou claro, que os professores, enfrentam um grande desafio dentro da sala de aula, dentro do âmbito escolar, os conflitos existentes em sociedade são diversificados de modo a envolver múltiplas opiniões, com isso pode-se dizer que os conflitos se relacionam ao fato da não existência de uma verdade absoluta e cultura unica, logo os professores, o pedagogo deve ser flexível de modo a envolver a democracia e o respeito ao próximo que é um método que visa o encontro de soluções para conflitos social ente outros.


COMPONESTES DO GRUPO: ROSIMAR FARIA LOPES 141.120.800.99
                                                  SIMONE MOARES GUILLANDI  141.120.800.97
                                                  ANA CRISTINA DOS SANTOS 141.120.801.07

Desafios que os pedagogos encontram na área de inclusão!!


A ATUAÇÃO PEDAGÓGICA DOCENTE NA INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA


É de suma importância, que o professor esteja atento ao nível de desenvolvimento cognitivo de seus alunos, pois numa sala de aula, a grande diversificação de nível maturacional e de resposta do aluno a uma nova realidade que vai exigir cada vez mais comprometimento de sua parte com as atividades intelectuais sistematizadas e intencionais. O educador diante da realidade inclusiva em sala de aula deve vivenciar uma constante dialética entre pensamento e ação, buscando fundamentação teórica para suas ações práticas na relação com a criança com deficiência e depois posteriormente confrontar essas experiências diversas e variadas advindas da vivência diária e assim estruturando novas formas de ação de como melhor atender a esta crescente demanda de pessoas que estão cada vez mais atuantes e exigindo uma educação igualitária a que tem direito e que lhe dê ao mesmo tempo o aporte necessário para exercer sua cidadania e preparação para adentrar o mercado de trabalho, pois é por meio dele que qualquer individuo independente de ter ou não algum tipo de deficiência é que terá os meios para usufruir de uma melhor qualidade de vida de forma digna e conquistando seu espaço de atuação e reconhecimento na sociedade.
Sendo assim, todos os conhecimentos teóricos fundamentados cientificamente são necessários para lidar com a criança com deficiência de forma interventora na relação dialética existente entre professor-aluno no ambiente escolar, mas estes conhecimentos não serão suficientes e úteis senão estiver em consonância com ele a espontaneidade, a disponibilidade, a empatia e noções fundamentais de psicologia disponível a criança em atendimento às suas necessidades, de sua evolução, dando a real importância e valorização a pessoa, numa relação também de ajuda que exige desprendimento e compromisso para promover uma atuação que traga como resultado o máximo em normalização, em qualidade de vida e em interação social. 


PARTICIPANTES DO GRUPO:         SIMONE MORAES GUILLANDI             141.120.800.97
                                                    ROSIMAR FARIA LOPES               141.120.800.99
                                                        ANA CRISTINA DOS SANTOS     141.120.801.07


A INDISCIPLINA E A AGRESSIVIDADE NA SALA DE AULA


Violência escolar: um desafio a ser combatido




https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj60xiiXd6YAOMG0BAB8xQJLSrYozrjm78VVIRwM8nRwNXv5CFVNilE-IKCuseFqqqragDF8wgqYqqUF4yGXWwCdSi4KlG7O2yzfL7_gAHofPVjkyK5sYnB36ZU8MZUspKk0DOAbxf46A4/s1600/e73c0749778f857a6b821610d9486cc5.jpg


O educar e o conviver dizem respeito à proposta de convivência interpessoal, baseada não no controle, na obediência e na submissão, mas na autonomia, na compreensão e no respeito. As ações dos professores devem ser marcadas pelo relacionamento através do diálogo, evitando comportamentos de indisciplina e agressividade em sala de aula.
Segundo Freire (2004), "ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo". A educação problematizadora é a prática de liberdade que exige de seus personagens uma nova concepção de comportamento, pois ambos são educadores e educandos, aprendendo e ensinando em conjunto.
Nos comportamentos indisciplinados e agressivos chamou-se a atenção para o ‘bullying’, retratada como uma violência escolar. Faz-se mister considerar que a violência é consequência de diversas causas que, nem sempre são oriundas do momento vivido, mas, podem estar ligadas a fatores históricos, culturais e sociais. As relações interagem no contexto, no qual o indivíduo se encontra, e são desencadeadas na interação sujeito-contexto.
É  possível constar que certos grupos de alunos possuem mais benefícios do que outros, tendo materiais escolares melhores, lanches mais elaborados e brinquedos mais caros. Dessa maneira, os grupos que possuem tais benefícios acabam excluindo os alunos que não têm as mesmas oportunidades, gerando um clima de tensão e que pode acabar resultando na prática da violência psicológica, verbal e física.
As famílias devem participar ativamente da educação dos filhos, por intermédio de ensinamentos básicos de humanidade e ética, além de estarem atentos à influencia de valores prejudiciais a eles. Para complementar essa ação, as escolas devem proporcionar possibilidades para uma boa convivência dos alunos, fazendo isso por meio de esportes, aulas e gincanas que estimulem sentimentos de companheirismo, amizade e solidariedade. Com essas medidas, será possível o combate efetivo à violência escolar.



http://noticias.universia.com.br/br/images/universia/p/pr/pre/prevenir-violencia-escolar-noticias.jpg


A violência na escola é algo complexo, pois espelha uma grande amplitude de causas às vezes difíceis de individualizar. Mesmo assim, é importante criar um mapa de prevenção para este problema.
O primeiro ato de violência (não o segundo, nem o terceiro) indica a necessidade de uma reunião imediata de toda a comunidade educativa para discutir/reunir critérios para propor estratégias e soluções. O principal, como já dito, é a prevenção. Para isso, é necessário criar um plano de ação para os alunos, desde o jardim de infância até o ensino fundamental.

PARA PREVENIR A VIOLÊNCIA ESCOLAR É NECESSÁRIO:

1- agir em conjunto

2- respeitar o direito de todos
3- possibilitar diferentes espaços de expressão
4- lutar contra qualquer tipo de discriminação (seja ela por cor de pele, religião, etc).
5- agir respeitosamente
Além disso, o docente deve ser exemplo para todos os alunos. É importante que eles saibam contê-los em caso de brigas, assim como é necessário que eles sejam capazes de transmitir ideais e valores. Nos recreios, ou intervalos, as crianças devem perceber que estão sendo vigiadas e o docente deve intervir imediatamente no começo de uma ação agressiva de um companheiro contra outro.Portanto, para evitar a violência na escola deve-se trabalhar conjuntamente e criar entre todos - os adultos e crianças - um ambiente são, no qual prevaleça o respeito, o afeto e a liberdade de expressão.





REFERENCIAS:


http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/07/05/948776/como-prevenir-violencia-escolar.html


https://www.portoeditora.pt/paisealunos/para-os-pais/noticia/ver/?id=28349&langid=1





PARTICIPANTES DO GRUPO:  ROSIMAR FARIA LOPES                             141.120.800.99
                                                SIMONE MORAES GUILLANDI                     141.120.800.97
                                                ANA CRISTINA DOS SANTOS                     141.120.801.07

Para todo educador e futuros educadores

Filme que todo educador deve assistir!


Escritores da Liberdade

Escritores da Liberdade é um filme marcado pela sensibilidade. Nele, uma professora busca combater a deficiência do sistema de ensino. Ela procura a todo custo fazer a diferença na vida dos estudantes, que por sua vez, foram criados em meio à agressividade e violência da periferia. Através de diários, a professora dá voz aos alunos e propõe que os adolescentes escrevam suas histórias. Vale acrescentar que o filme é baseado em uma história real.


PARTICIPANTES DO GRUPO:   ROSIMAR FARIA LOPES                   MATR.: 141.120.800.99
                                                      ANA CRISTINA DOS SANTOS      MATR.: 141.120.801.07
                                                      SIMONE MORAES GUILLANDI      MATR.: 141.120.800.97


Bom dia!
Gostaria de indicar esse filme. Este filme é muito impactante e atual, dentro da proposta não poderia ser diferente. E precisa ser visto por todos, principalmente os profissionais da EDUCAÇÃO.
   


SINOPSE DO FILME


Diretor: Josetxo San Mateo
Roteiro: Ángel Garcia Roldán
Fotografia: Núria Roldos
Elenco: Albert Carbó, Joan Carles Suau, Yohana Cobo, Carlos Fuentes, Maria de la Pau Pigem
Distribuidora: Paris Filmes
Duração: 90'
Lançamento: 2009

Jordi perdeu o pai há 2 meses e mudou-se com a mãe para outra cidade, onde imaginam começar vida nova. Educado, bom aluno, ágil jogador de basquete e um filho carinhoso, o adolescente é sossegado e cumpridor dos deveres. A mãe Júlia é médica e frequentemente dá plantões no hospital, enquanto Jordi fica em casa com a cadela Birria, única companhia do isolado estudante.
No primeiro dia de aula Jordi responde corretamente às perguntas do professor de matemática. Mais tarde, na quadra de esportes, mostra um ótimo desempenho no basquete. Isso basta para despertar raiva e inveja em Nacho, um mau aluno que só se destaca na aula de educação física.
Habitualmente espancado pelo próprio pai, Nacho transformou-se de vítima em agressor, liderando um grupo que passa a infernizar a vida de Jordi. Humilhações e espancamentos tornam-se parte de sua rotina diária. Nem Birria escapa do sadismo do grupo. Para não preocupar a mãe que se recupera de uma depressão, Jordi guarda silêncio enquanto a violência se intensifica. Alguns colegas de turma, chocados pelo comportamento dos agressores, também se calam com medo de represálias.

E agora?...
O filme torna bastante real o assédio escolar e cria momentos de muita angústia, mas é importante para conscientização do problema por parte de alunos, pais e professores e nós futuros PEDAGOGOS.



PARTICIPANTES DO GRUPO: ANA CRISTINA DOS SANTOS        MATR.: 141.120.801.07
                                                     SIMONE MORAES GUILLANDI   MATR.: 141.120.800.97
                                                      ROSIMAR FARIA LOPES           MATR.: 141.120.800.99 


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Violência nas escolas


                                             https://youtu.be/8g0Ckxiv2_8

As situações de violência nas escolas tem aumentado consideravelmente entre alunos, entre professores, violência entre alunos e professores. Apesar dessas notícias serem cada vez mais frequentes nos jornais, todos nós vivemos preocupados. Atualmente é comum ver os jovens depredando a escola, quebram vidros, rabiscam mesas, paredes, destroem móveis, agridem verbalmente e fisicamente colegas e professores, levam armas para a escola, usam drogas e álcool no interior da escola. O desrespeito, a indisciplina, a intolerância as regras está cada vez mais difícil de ser resolvido. Os motivos para tais atos são muitos a começar pela diferença social, cultural e psicológica até diferença de personalidades, raça, religião, competição por poder, exemplos que seguem no dia-a-dia, entre muitos outros fatores. Para tentar reverter essa situação é preciso trabalhar hoje, agora para que possamos ter um futuro melhor, com mais tolerância, mais consciência, mais respeito, é importante que todos nós, pais, alunos, professores, sociedade pratiquemos o diálogo, realizar mediações, conselhos, projetos, estimulando a paciência, o bom convívio entre todos e se for necessário a punição para que a aprendizagem seja significativa.

Grupo: Fernanda Claudia Rezende da Costa 14112080112 - Bruna Franco Longo 14112080111 - Carlos Felipe de Almeida Ferreira 14112080109